quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Quem foi Dr. Edgardo da Cunha Pereira?


Dr. Edgardo, apesar de não ser filho de Abaeté, aqui estabeleceu residência, constituiu e criou família. Era muito dedicado as causas públicas e muito batalhou pela educação em nossa cidade.Dona Alda, sua esposa, já viúva, doou o terreno onde foi construído nossa Escola.Em homenagem a Escola recebeu o seu nome.Dr. Edgardo é o “Patrono” da nossa Escola e esta data é comemorada no mês de outubro.Neste ano foi feito um momento cívico, no dia 30 de outubro com apresentação do hino do Patrono, cantado por alunos integrantes do ex-coral da Escola.

Gustavo Pereira

Júri Simulado na Escola




Nesta semana,nos dias 18 e 19 de novembro,foram feitas apresentações de júri simulado apresentadas pelos alunos do 3º ano A e B. O tema foi sobre a transposição do rio São Francisco. Os alunos deveriam julgar qual era a melhor solução:transpor ou não o rio.Em ambas as turmas, foi decidido que a não transposição do rio é a solução mais viável.Falta ainda a apresentação dos alunos do 3º C. De qualquer forma a maioria decidiu a não transposição do rio. E aí,qual será o resultado?

Homenagem aos Professores


Neste ano, as homenagens aos professores aconteceram no dia 9 de outubro no Espaço Cultural da Escola. Alguns alunos escreveram e leram suas mensagens, deixando claro que o respeito é fundamental e reconheceram a importância do papel do professor para a formação de pessoas mais conscientes. A homenagem foi encerrada com apresentação musical de alguns alunos.

E.E."Dr. Edgardo" na OBFOG em Mendes/RJ


No dia 25 de setembro de 2009, aconteceu no Espaço Cultural “Dr. José Candido da Cunha Pereira”, momento cívico envolvendo as turmas da Escola. Durante o momento cívico, Marcelo Richard, aluno do 3º ano A, comentou sobre a viagem dele e de seus colegas Marina e Felipe acompanhados pela professora Luciana a Mendes/RJ onde representaram a Escola na OBFOG. Usando slides de fotos tiradas na viagem, Marcelo comentou sobre a recepção, o curso que fizeram sobre o lançamento do foguete, a emoção de representar nossa Escola e as novas amizades que fizeram com alunos do Brasil inteiro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Entrevista para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com a Secretária Municipal de Educação de Abaeté Ivanete Soares de Souza Lima Zica:



1- Em quais escolas a senhora cursou o Ensino Fundamental e o Médio?

Na minha época na existia Ensino Fundamental, era 1º e 2º grau.
Cursei o 1º grau que ia da 1ª a 8ª série, na Escola Estadual João Pinheiro; o 2º grau na Escola Estadual Dr. João Pinto, na cidade mineira de Tocantins, localizada na Zona da Mata. Esclareço que cursei O Magistério, que equivalia ao 2º grau.


2- A senhora guarda alguma lembrança do seu tempo de estudante? Conte-nos uma passagem interessante dessa época.

Uma passagem interessante ocorrida em minha época de estudante, aconteceu quando eu tinha 12 anos e a minha professora de educação física, me dava como castigo, por não ter feito as atividades marcadas por ela, correr várias vezes ao redor da quadra de esportes.


3- Como era a Ivanete aluna?

Eu era uma aluna estudiosa, cumpridora de todas as tarefas, calada, um pouco tímida, e tinha um objetivo como estudante, que era concluir o curso superior o mais rápido possível, para ser alguém na vida.


4- Do seu tempo de estudante até os dias atuais, a senhora acha que a educação escolar melhorou ou piorou?

Claro que melhorou. No meu tempo de estudante das primeiras séries, tínhamos muitas dificuldades para obter fontes de consultas, o material existente era difícil, os professores na maioria das vezes escreviam a matéria no quadro negro, fazendo com que os alunos copiassem tais matérias, gastando muito tempo com isso. Além disso, nossos pais não tinham tempo suficiente para acompanhar o desenvolvimento dos filhos, não existiam aulas extras, nem reforço para alunos menos preparados ou com algum tipo de dificuldade.


5- A que a senhora atribui a falta de interesse da maior parte dos alunos?

As facilidades encontradas atualmente no mundo globalizado e de consumismo exagerado, faz com que os jovens de hoje, tenham tudo aquilo que desejam com a maior facilidade, não existindo limites, as regras existentes atualmente, igualando direitos e deveres de alunos e professores, tira em muito a autonomia dos educadores. Se por um lado torna o ensino mais democrático, por outro tira a responsabilidade dos educandos, trazendo com isso o desinteresse e irresponsabilidade para com as obrigações dos jovens.


6- Como responsável pelas escolas do município que tem sido feito para melhorar o ensino-aprendizagem nas escolas municipais?

No atual governo muita coisa foi feita e ainda tem muito a fazer. Em primeiro lugar é necessário que as escolas municipais tenham espaço físico adequado para termos uma melhor qualidade de ensino. Em segundo lugar, com o apoio dos governos federal e estadual, vários programas estão sendo executados em nosso município, podemos citar o PDE, o pró - letramento, o Gestar ll e vários outros. Devemos louvar também a alta qualidade da merenda escolar, supervisionada por nutricionista, dando condições para os alunos terem uma merenda escolar decente e de alta qualidade nutritiva, melhorando com isso o desenvolvimento e a aprendizagem. Temos também feito cursos de capacitação com nossos professores, buscando incentivar nossos mestres a terem um desempenho cada vez melhor e mais atualizado.


7- O que a senhora gostaria de dizer para os pais de alunos de escolas públicas?

Gostaria de dizer a importância da participação deles no ensino e educação de seus filhos no período escolar. Eles são tão importantes quanto os professores, pois o acompanhamento e a ajuda que eles podem dar, é de suma importância para um bom desenvolvimento dos filhos no período de formação de cada um. Participar, acompanhar, ajudar, freqüentar a escola, estar ciente do desenvolvimento de cada um, faz parte da educação futura.


8- E para os alunos?

Gostaria nessa oportunidade dizer a todos aqueles alunos, que a educação de cada um, vai com certeza influenciar no futuro. As oportunidades para aqueles que buscam se esforçarem e que levam os estudos com seriedade, serão bem maiores. As oportunidades de terem uma vida futura digna dependem somente deles e a saída com certeza é através da educação. Se cada um de vocês dedicarem um pequeno horário ao longo dos dias aos estudos, será suficiente para alcançarem metas jamais esperadas. O tempo gasto com a educação trará oportunidades de terem no futuro uma vida melhor e mais digna.


9- Deixe, por favor, uma mensagem para os professores das escolas públicas.

Função de professor é árdua e ao mesmo tempo gratificante, pois nos sentimos honrados quando temos o reconhecimento das pessoas de que fizemos bem feitos a nossa parte. Claro que para ser educador não é uma tarefa fácil, pois as dificuldades se amontoam a cada dia, mas por outro lado escolhemos uma profissão que é tão importante na vida de milhares de pessoas, que nos sentimos gratificados. Os professores são na maioria pessoas esperançosas e é assim que temos que ser, pois passamos por cima de muitas coisas acreditando em um futuro melhor para as pessoas e para o Brasil.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Entrevista para o 3º exemplar do "Noticias da Hora"


OBA e OBFOG

Participamos pela primeira vez da OBA(Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) e da OBFOG(Olimpíada Brasileira de Foguetes).Foi grande a motivação e interesse de um grupo de alunos (Marcelo e Thiago do 3°A,Paulo,Felipe e Marina 1°A)pela OBFOG.Veja no que deu tanto entusiasmo.

Entrevista com o grupo participante da OBFOG – Mendes/RJ


1) Quando vocês decidiram participar da OBFOG, já pensavam na possibilidade de se classificarem para a etapa seguinte?
R: Não, nós fizemos porque achamos interessante e também por brincadeira, para sair um pouco da rotina de aula.

2) Como se sentiram ao serem informados pela diretora,que estavam na lista dos classificados para a etapa seguinte da OBFOG?
R:Surpresos e felizes.O que era uma brincadeira virou coisa séria.

3) Comente sobre as dificuldades financeiras,a busca de patrocinadores,enfim,como conseguiram recursos pra realizarem este sonho?
R:Super difícil,tivemos pouco apoio.Primeiro nós fomos à Câmara Municipal e tivemos apoio de alguns vereadores,fomos também à prefeitura e tivemos apoio do prefeito que nos deu as passagens de ida e volta (Abaeté-Mendes RJ),fomos ao Credioste que teve pouca disponibilidades para nos ajudar.Fizemos uma rifa,foi o que garantiu a reserva do hotel para os alunos.A escola pagou as despesas da acompanhante,a professora D.Luciana .No último dia para confirmação de participação,ainda não sabíamos se ia dar certo pois faltava dinheiro.

4) Como vocês fizeram o foguete?Como fizeram o foguete voar?Contaram com o incentivo e orientação de quais professores?
R:Foram 3 meses de estudo e foram 2 foguetes.Os 2 foram feitos de garrafa pet,o primeiro com a pressão de uma rolha,tinha uma placa de zinco,um peso na ponta de 100g e era a pressão que fazia ele voar,ele voou 34m;o segundo tinha uma aerodinâmica melhor,tinha uma base de lançamento,gatilho de segurança,peso na ponta também de 100g,suportava mais pressão e voava mais longe;em média 80m.Contamos com o incentivo principalmente da professora Neide, ente outros.

5) Como fizeram para transportar “foguete” e combustível em ônibus? Enfrentaram algum obstáculo?
R:Sim.O combustível não foi o problema.O problema foi o foguete e a base de lançamento.A gente pedia as pessoas do ônibus para tomarem muito cuidado.Teve uma parte da viagem que levamos o foguete no colo e quando dissemos que era um foguete,todo mundo queria ver:foi muito engraçado.

6) Sabemos que a comissão organizadora reservou o hotel”Centro Marista São José das Palmeiras”para hospedar alunos e professores participantes da I Jornada de Foguetes.Como vocês foram recebidos?Como foi a convivência com os “semelhantes durante esta semana (07/09/09 a 12/09/09)?
R:Fomos recebidos de forma atenciosa. Foi uma troca de experiências muito boa,fizemos novas amizades.Havia pessoas de todos os níveis sociais e intelectuais,tivemos convivência com alunos de escolas particulares e públicas,embora a maioria dos participantes fossem de escolas particulares.

7) O que vocês têm a dizer sobre o curso de Astronomia que fizeram?
R:Foi muito bom,interessante,uma semana lá valeu mais que 3 anos do Ensino Médio aqui, porque aqui temos aula de Física,lá tivemos aula de Astronomia,ou seja, no nosso Currículo Escolar não consta o que aprendemos lá.Tivemos aula prática e teórica.

8) O que vocês tem a dizer sobre os lançamentos de foguetes?E o nosso foguete?
R:Teve foguete que não saiu do lugar,foguete que bateu em árvore e foguete que surpreendeu a todos voando quase 200m.Tinha foguetes de escolas particulares menos planejado e que voou menos que o nosso e de outras escolas públicas.O nosso foguete poderia ter voado uns 100m,mas a árvore atrapalhou .

9) O que significou para vocês, representarem o Estadual e também Abaeté em um evento tão importante?
R:“Chique demais”,como professora fiquei muito honrada pela confiança que os pais dos alunos tiveram, deixando seus filhos sob minha responsabilidade e também,por ter sido escolhida pela escola para essa viagem (Profª Luciana).Para nós alunos,foi uma vitória muito grande,sermos classificados na primeira participação da OBFOG e, representar o Estadual e Abaeté foi motivo de muita alegria.Tivemos certeza que estamos entre os melhores.

10) Vocês gostariam de fazer algum agradecimento?
R:Gostaríamos de agradecer a todos aqueles que de alguma forma,possibilitaram a nossa participação na OBFOG-etapa Mendes/RJ.Agradecemos a oportunidade dada pela nossa escola pois tudo começou aqui.Agradecemos aos vereadores,ao Prefeito,a todos que venderam e compraram rifas e aos alunos Paulo(1°A) e Thiago(3°A) que gentilmente cederam aos colegas a oportunidade de participarem da OBOFG-Mendes/RJ.Obs:Só podiam participar 3 alunos e o grupo era formado por 5.

Entrevista para o 3º exemplar do "Notícia da Hora"

ENTREVISTAS COM LÍDERES ESPIRITUAIS EM ABAETÉ

José Sebastião de Alcântara, natural do Cedro do Abaeté, é pastor há 17 anos. Atualmente atua na Igreja Varões de Guerra. Ele foi um dos nossos entrevistados, veja a seguir:



Alunos do 1°A da E.E “Dr. Edgardo da Cunha Pereira” entrevistam
Pastor José Sebastião, da Igreja Varões de Guerra.


1- O senhor estudou em escola publica?Que tipo de aluno o senhor era?
Não. Era um bom aluno.

2- O senhor tem alguma lembrança marcante do seu tempo de estudante, no Ensino Fundamental e Médio? Qual?
No 3º ano do Ensino Médio, menti para meu pai que a professora me tratava mal e saí da escola e nunca mais voltei.

3- Antigamente a educação era mais rigorosa que nos dias atuais. O senhor concorda com isso? O que o senhor acha que mudou?
Sim. Não tinha recursos, teve uma melhoria das escolas.

4- O senhor acha que os pais deveriam participar mais na educação escolar dos filhos?Por quê?
Sim. É bom participar

5- Por que será que os jovens estão se distanciando dos estudos? E da religião?
Porque hoje existe muita influencia. O mundo oferece muitas coisas pra distanciar as pessoas do evangelismo.

6- O desenvolvimento tecnológico é fato. Até onde ele favorece e/ou atrapalha na educação?
Muitas coisas podem ajudar, principalmente quando as pessoas estudam, mas tem coisas que atrapalham.

7- A violência está tomando conta da nossa sociedade. Como a religião pode ajudar na formação de uma sociedade mais saudável?
O evangelismo ajuda as pessoas perdidas no mundo.

8- O que a sua igreja faz para tornar “as coisas de Deus” mais atrativas para os jovens?
Criando idéias melhores, criando retiros.

9- De que forma a religião pode influenciar na educação?
Não pode se misturar as coisas. Ensinamos o evangelho, mas não pode atrapalhar na educação.

10- O que o senhor gostaria de dizer aos pais?Aos alunos? E aos professores?
Pais - Procurem um caminho melhor para a vida dos filhos, ter uma bíblia em casa.
Alunos - Todo jovem deveria se envolver em coisas espirituais, em coisas de Deus.
Professores - Deveria mostrar o caminho de Deus para os alunos, procurar apresentar um trabalho mais sadio para apresentar para os alunos.

Pe. Dimas José Borges, natural de Santo Antônio do Monte é padre há 12 anos e se sente realizado. Está atuando com PE. Antônio Carlos e Pe. Patrick desde janeiro deste ano. Saiba mais lendo a entrevista abaixo:



Alunos do 1° A da E.E “Dr. Edgardo da Cunha Pereira” entrevistam Pe. Dimas.


1- Depois de 70 anos de Franciscanos na nossa Paróquia, vocês chegaram, e já estão conosco há 9 meses. Como vocês perceberam a receptividade da população?
Tudo que é novo traz medo, chegamos com um pouco de medo. A posse foi muito boa, mas encontramos um pouco de resistência e ate hoje sentimos isso.

2- O senhor estudou em escola publica? Qual? Que tipo de aluno o senhor era?
Sim. E.E “Dr. Álvaro Brandão”, fiz o Ensino Fundamental. No Ensino Médio estudei em escola particular. Eu gostava muito de estudar.

3- O senhor tem alguma lembrança marcante do seu tempo de estudante no ensino fundamental e Médio? Qual?
O que me marcou muito foi uma avaliação sobre gráficos e o professor ia sortear quem deveria entregar a avaliação, eu não tinha feito e dei sorte de não ser sorteado. Uma outra vez um colega pegou a prova e passou para todos os alunos da sala quando o professor saiu. Quando aplicou a prova, todos tiraram notas boas.

4- Antigamente a educação era mais rigorosa que nos dias atuais. O senhor concorda com isso? O que acha que mudou?
Sim, os alunos eram mais interessados. Hoje em dia o aluno é muito privilegiado e isso é ruim para os alunos

5- Porque será que os jovens estão se distanciando dos estudos? E da religião?
Às vezes o jovem tem que ajudar a família e outros não gostam de estudar, são muitos fatores. Da religião porque não encontram nela um objetivo, a religião hoje não é atrativa. O mundo oferece coisas atrativas para o jovem e ele vai nessa ilusão.

6- O senhor acha que os pais deveriam participar mais da educação escolar do filho? Por quê?
Sim, para ficar sabendo o que esta acontecendo com o filho, isso não só na educação escolar. Os pais devem ser mais participativos na vida dos filhos.

7- O desenvolvimento tecnológico é fato. Ate onde ele favorece e/ou atrapalha na educação?
Hoje a tecnologia esta dentro da escola, muitas coisas favorecem pois é possível fazer pesquisas e atrapalha porque tira o raciocínio do aluno; quando ele encontra tudo pronto.

8- A violência esta tomando conta da nossa sociedade. Como a religião pode ajudar na formação de uma sociedade mais saudável?
Quando a pessoa comete atos violentos ela não quer fazer isso. A religião pode ajudar a pessoa a despertar o espírito de partilha. A violência é conseqüência de um mal enquanto não houver uma distribuição mais justa economicamente vamos ter sempre uma sociedade violenta.

9- No tempo dos franciscanos eles visitavam as escolas e convidavam os jovens a participarem mais das atividades da igreja. O que os senhores fazem para tornar “as coisas de Deus” mais atrativas para a juventude?
Fizemos a feira vocacional e é promovido no dia da juventude que envolvem os jovens na missa e em gincanas.

10- O que o senhor gostaria de dizer aos pais? Aos alunos? E aos professores?
Aos pais: cuide bem de seus filhos para não os perdes para o mundo. Aos alunos: aproveitem bem esse tempo, supere as dificuldades do dia-a-dia e vão colher os frutos depois.
Aos professores: Professor não é aquele que ensina, mas aquele que aprende ensinando.


Arthur Antônio 3
Camila Fernanda 7
Daiana Cesar 12
Letícia Naiara 22

Entreviista para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com Prof. Gilberto
Gilberto César de Noronha morou na zona rural e estudou em Poções (município de Paineiras) até os 15 anos. Ficou um ano sem estudar. Mudou para Abaeté e fez o Ensino Médio na E.E “Dr. Edgardo da Cunha Pereira”. Saiba mais sobre o professor Gilberto lendo a entrevista a seguir:


1- Quando você se mudou pra Abaeté,como foi sua adaptação a uma nova vida e a uma nova escola?
Foi complicado. Morava sozinho. Fiquei meio individualista e com dificuldades para me relacionar com as pessoa. O primeiro ano no Estadual foi di difícil adaptação:escola grande,muitos colegas.Nunca tinha estudado inglês ,tive de superar isso.Aos poucos tudo foi ficando mais fácil.

2-O seu curso superior de Licenciatura em Historia foi uma escolha consciente ou falta de opção? Você já gostava de Historia ou aprendeu a gostar durante o curso?
Ao terminar o 2° grau me sentia atraído por matemática. Tentei vestibular em Comunicação Social na UFMG e não consegui. Na época esse curso era muito concorrido. Para não ficar um ano sem estudar, pois, não podia pagar um cursinho, resolvi fazer vestibular para o curso de Historia na FASF-Luz. A idéia era estudar um ano e fazer outro vestibular, mas acabei gostando do curso e estudo Historia ate os dias de hoje.

3- Voce fez pós-graduação na área de computação. Você pensou em mudar de profissão ou em preparar-se melhor para continuar como profissional da educação?
Nessa época, eu trabalhava na E.M ‘’Irma Maria de Lourdes’’ como monitor na sala de informática,no projeto pedagógico PROINFO. Me senti motivado em me especializar em informática -area não muito relacionada com a historia, porem relacionada com a minha profissão: professor e pesquisador.

4- Sabemos que você é mestre em Historia. Onde você fez mestrado? Quais as dificuldades enfrentados Durante esse curso?
Fiz mestrado em Uberlândia e as dificuldades foram varias: Conciliar morar e trabalhar em Abaeté e estudar em Uberlândia; viajava muito e dormia no ônibus. Talvez o mais difícil tenha sido a transição do Ensino Médio ‘rede publica’ para o ensino superior ‘rede particular’ e deste para o mestrado ‘universidade publica’.

5- A sua tese de mestrado se transformou em livro. Qual a participação da universidade na edição e publicação de seu livro?
A dissertação sobre Joaquina do Pompéu se tornou livro atraves da editora da própria Universidade. Ao terminar a dissertação ela foi posta para apreciação do conselho editorial da universidade. Num segundo momento, conselhos externos a Uiversidade também fazem sua apreciação, demonstrando ou não , interesse em transformar esse material em um livro. O meu trabalho foi selecionado, editado e publicado pela Editora da Universidade Federal de Uberlândia (EDUFU).

6- Onde você esta cursando doutorado em Historia?que relação há entre esse curso e sua viagem para França?
Continuo na mesma Universidade, com a mesma orientadora e o trabalho é uma continuação da quilo que não ficou resolvido na dissertação de mestrado. A UFU tem vinculo com a Universidade francesa possibilitando o intercambio de alunos e professores, ou seja, eles vem estudar aqui e nos vamos estudar lá. A viagem para França não é prioridade no momento, mas é uma oportunidade de aperfeiçoamento em relação a questão teórica da tese

7)Você gosta de ser professor?Pretende continuar como professor ou, vai continuar como pesquisador?
-Na verdade, eu gosto de ser professor e acho que seja compatível a profissão de professor e pesquisador. O bom professor é também um pesquisador. Pretendo continuar como professor e pesquisador. A pesquisa é um incentivo para sair da rotina da sala de aula.

8)Qual a importância da educação na sociedade atual?
-A educação faz bem para a economia e o crescimento do país, mas o principal atributo da educação é o crescimento das pessoas. Não adianta crescer economicamente e esquecer o desenvolvimento pessoal. A educação é fundamental para deixar as pessoas mais felizes e entender melhor o mundo.

9)Quais os problemas enfrentados no Brasil?
-Um problema é a desvalorização da educação e o pragmatismo: o seu vínculo ao crescimento econômico, esquecendo o crescimento pessoal. É errado pensar que a educação somente serve para nos trazer retorno financeiro, as pessoas hoje em dia só visam lucros, se a questão for ganhar dinheiro quanto mias se economiza melhor. Educação visando lucro, professores mal remunerados, materiais de baixa qualidade. A situação do professor e em geral do ensino é visto, pro metas obscuras até por quem é responsável pelo ensino. É preciso saber porque estamos ensinando, porque a escola existe! Acho que precisamos revisar nossas prioridades em relação a educação se quisermos falar seriamente em qualidade.

10)Que mensagem você deixaria para seus alunos?E para seus colegas professores?
-Estou com muitas saudades de estar na sala de aula e com todos: alunos e colegas. Nesse tempo estou me dedicando à pesquisa e tive que me afastar da sala de aula mas espero que seja temporário. Todos nós queremos melhorar de vida do ponto de vista econômico, e cultural. Devemos pensar que a educação não se faz somente nas escolas. A educação pode transformar as pessoas em qualquer lugar. Eu por exemplo procurei estudar e me aprimorar há um bom tempo, e faço isso para melhor minha percepção do mundo. Tornar-se uma pessoa melhor é também um modo de mudar o mundo.

Entrevista para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com uma Professora Aposentada.

Dona Maria Eustáquia Faria de Andrade iniciou sua careira no Magistério em 1974. Em 1980 terminou o curso de “Magistério”. Voltou a exercer a profissão nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Fez licenciatura Curta em Letras na FASF-Luz/MG, Licenciatura Plena na faculdade de Formiga/MG e Pós-Graduação em Batatais/SP. Confessa que a luta foi árdua, que precisou de muita garra, coragem e fé para sanar as dificuldades e conciliar trabalho, estudo e família. Dona Eustáquia aposentou no início desse ano. Conheça mais sobre “Guerreira” lendo a entrevista que nós (Ângelo, Weslei, Rafael e Thiago-1ºA) fizemos com ela.




1) A senhora trabalhou como professora quanto tempo?Hoje, aposentada, que balanço a senhora faz da sua experiência profissional?
Trabalhei trinta e três anos. Tenho orgulho do que fiz.Esta experiência profissional, cultural e espiritual me trouxe muitas alegrias. Hoje me sinto em paz e com a sensação de missão cumprida. Uma coisa que ninguém pode me tirar.

2) Qual a importância da educação para a sociedade?
A educação sempre foi importante para a sociedade. Mas hoje, o desenvolvimento da educação tornou-se prioridade, pois para fazer frente ao grande avanço tecnológico é necessário preparar os jovens para que sejam capazes de tornarem-se cidadãos conscientes e trabalhadores.

3) A senhora observou alguma diferença de comportamento e de interesse entre os seus alunos do início da sua carreira e os mais recentes?
No inicio de minha carreira, os alunos tinham mais respeito, amor e demonstravam grande interesse em aprender.Hoje com as alternativas tecnológicas que se mostram mais interessantes, os alunos são mais desinteressados, alem de não conhecerem limites.
Isso torna-se preocupante, pois com essa tecnologia avançada, eles dependem muito mais do estudo.

4) A senhora acha que a tecnologia ajuda ou atrapalha na educação escolar?
Não concordo que atrapalha o estudo. Hoje com os meios de comunicação avançados, o aluno tem que ser responsável maduro e interessado nos estudos. A tecnologia é grande aliada da educação. Cabe aos professores e alunos aprender a utilizá-la, pois nem tudo que está na mídia é verdade.

5) O que a senhora tem a dizer quanto aos pais sobre a educação escolar de sues filhos?
Tenho dó dos pais desta época. Educar é uma tarefa muito difícil. Eles precisam conscientizar em de que os filhos precisam de limites, para saber respeitar às pessoas principalmente, os professores e cumprir os seus deveres.A primeira lição de catecismo inicia-se no ambiente familiar e se completa na escola. Essa primeira lição diz respeito a ética e a moral. Esses dois valores nuca irão cair de moda e sempre existiram.

6) Se a senhora tivesse a chance de recomeçar sua vida profissional,a senhora faria tudo de novo?Por quê?
Faria tudo de novo, pois escolhi essa profissão por vocação.

7) Como a senhora se sente após tantos anos parar de trabalhar?
Foi uma das fases mais bonitas da minha vida. Eu me sinto maravilhosamente bem. Aquela sensação de missão cumprida. Sempre procurei o melhor para os meus alunos.E como sou uma pessoa dinâmica, determinada, corajosa, estou na luta, procurando sempre ajudar o meu próximo. Recomeça sempre...

8) Que mensagem a senhora deixaria para seus ex-alunos?E para os professores?
Aos alunos que deus ilumine seus passos e seu caminho. Que seus sonhos se realizem. Lutem, acreditem no futuro e na vida que Deus lhes reservou. Que deus abençoe os professores e lhes dê muita coragem para enfrentar as dificuldades do dia-a-dia. E que no coração de vocês permaneça sempre esta palavra representada por três letrinhas: “PAZ”. Pois através da paz que conseguiremos um coração cheio de alegria e amor.

Entrevistas para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com a diretora da E.E. “Dr. Edgardo da Cunha Pereira”

Maria Aparecida Pereira da Silva desde criança brincava de escolinha e sonhava ser professora . O tempo passou e o sonho realizou. Fez o curso de magistério e começou a trabalhar na Escola Municipal “Irmã Maria de Lourdes” e na CNEC. Trabalhou também na Escola Municipal “Senador Souza Viana”, sendo mais tarde transferida para a E. E. “Dr. Edgardo da Cunha Pereira”, onde tem dois cargos. Sempre trabalhou na área das Ciências Físicas e Biológicas, como professora de física, química, ciências e matemática. Desde 2004 é a diretora da nossa escola.
Jéssica, Thais, Iasmin, Karla, Ilda Gabriela e a diretora Aparecida Pereira.


01- Com tanta experiência como educadora o que a profissão lhe ensinou?
Esta profissão é muito gratificante, pois estamos sempre ensinando e aprendendo, mesmo depois de trinta anos de experiência entendo que temos muito que aprender.

02- Considerando sua experiência como profissional da educação, a senhora acha que a evolução tecnológica contribui para melhorar o desempenho dos alunos na sala de aula?Por quê?
A evolução tecnológica com certeza contribui para melhorar o desempenho dos alunos na sala de aula. Porém a escola ainda não adota metodologias voltadas para o uso das tecnologias disponíveis. È preciso a evolução dos profissionais da educação também. Mudança de metodologias.

03- Na sua opinião, qual a importância da educação escolar na vida das pessoas?
A educação escolar é importante em todos os sentidos. A educação é a maior herança que qualquer pai pode deixar para seus filhos. Uma pessoa sem estudo acaba perdendo grandes oportunidades de crescerem profissionalmente e de conseguir um bom emprego.

04- Nossos colegas foram selecionados e convidados a participar da etapa da OBFOG em Mendes – RJ. O que isso significa para a escola? E para os alunos?
Para a escola a participação dos alunos na OBFOG significa que podemos ir além dos muros da escola. Quanto aos alunos o mais importante, acredito que foi a experiência adquirida, o contato com as pessoas de outros estados, com outra visão, e com certeza muitos medos foram eliminados.

05- Comparando a educação escolar no seu tempo de estudante e a de hoje, a que conclusão a senhora chega?
Com certeza no meu tempo era muito diferente. Primeiro por que os alunos não tinham tantas oportunidades como hoje. Avaliava-se somente através de provas. Se no final do ano faltasse um décimo, o aluno fazia a segunda época (tipo recuperação) se não conseguisse era reprovado pois não existia Progressão Parcial. Na verdade, o estudo era levado a sério e estudava-se muito. Respeitávamos os professores. Não existia xérox, tudo era copiado mesmo, inclusive as provas. Hoje sentimos que a maioria dos estudantes não valoriza os estudos, não querem ter responsabilidades, não têm disciplina, respeito pelos professores e isso tem prejudicado o desempenho dos alunos e desestimulado os professores.

06- Muitas reformas foram feitas na escola, melhorando sua estrutura física. A senhora acha que precisa mais alguma mudança?
Realmente, quando comecei na direção não tínhamos espaço para uma reunião, assembléia. Hoje a escola está muito bem, mas já enviei mais três planilhas para a SEE solicitando o reboco, pintura dos muros e pintura geral da escola, uma despensa e banheiros próximos a cantina. Porém uma coisa é certa, não é escola bonita que faz melhorar os resultados.

07- Como diretora, o que a senhora tem a dizer sobre a participação dos pais na vida escolar dos filhos?
A participação dos pais é muito pequena. Um dos nossos desafios é justamente conseguir uma maior participação dos pais na vida escolar dos filhos.

08- O que a senhora gosta mais: ser professora ou ser diretora?
Trabalhei em sala de aula, do primário ao ensino médio, durante vinte e seis anos e estou a cinco anos na direção. Hoje tenho certeza que ser professora é muito mais gratificante.

09- Deixe uma mensagem para os professores e alunos desta escola.
Alunos estudem, estudem, estudem. Não percam tempo e nem as oportunidades. Professores nunca percam o entusiasmo.




Participantes: Iasmin, Ilda Gabriela, Jéssica, Karla e Thaís (1°A)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O suporte revista - comentário

O material diferencia jornais e revistas de acordo com a finalidade, "informar e formar opinião" e "entretenimento e educação" respectivamente, mas justifica a aproximação entre os dois alegando que as "notícias de impacto podem ser acessada em tempo real", abrindo espaço nos jornais para cadernos de entretenimento e educação. Esta destinação é detectada também no formato, periodicidade, qualidade do papel e do projeto gráfico.
As revistas tendem a se especializar por gênero, faixa-etária e temas, buscando maior aproximação com os leitores. A capa é a vitrine da revista. As revistas apresentam estilos e temas diversificados e tem em comum; capa, expediente,sumário e editorial, às vezes apresentados de forma diferenciada.
O texto mostra de forma clara e agradável a estrutura, os elementos que juntos compõem a revista, alertando que o enfoquedado pode induzir o leitor a interpretação diferenciada,, comprometendo a veracidade da informação.
Os gêneros textuais utilizados giram em torno de editoriais, notas e notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e resenhas, sendo identificados conforme características próprias de redação.
O texto termina informando como referenciar revistas e matérias de revistas de acordo com as normas da ABNT.

O Suporte revista - comentário

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Em Tempo...

Este ano, nossos alunos participaram, pela primeira vez, da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica). Organizamos a divulgação do evento e ficamos surpresos com o interesse dos alunos em participarem, considerando que essa participação era voluntária. Durante alguns dias, a biblioteca ficou muito movimentada: eram alunos em busca da bibliografia e formando grupos de estudo, se preparando para a OBA. Paralelo à OBA, aconteceu também a OBFOG (Olimpíada Brasileira de Foguetes) que também despertou interesse de nossos alunos. Participamos também da OBFOG. A OBA aconteceu no dia 15 de maio e a OBFOG na semana seguinte. A OBA foi avaliação escrita, com questões abertas. A OBFOG foi aplicação prática de conhecimentos: os alunos deveriam construir e lançar um foguete, usando como cmbustível reação química. A OBA e a OBFOG foram coordenadas na nossa escola pela Diretora Maria aparecida Pereira da Silva e pela professora representante Neide Garibé Ferreira. Colaboraram para a realização das olimpíadas os professores: Ivone, Jucibel Luciana, Maria da Cruz, Sonia, Sandra Melo, Raquel e outros - aplicaram provas, fizeram correção, acompanharam o lançamento de foguete.Participaram das olimpíadas 65 alunos do Ensino Fundamental e 115 do Ensino Médio. No Ensino Fundamental, os melhores classificados foram: Michel Felipe da Silva Pires (8A), Jerônimo de Oliveira Júnior(8A), Débora Nayara Alves Correia (9A), Nayara Anada Afonso de Sousa Carvalho (9A) e Sabrina Araújo da Cruz (7A).No Ensino Médio, os melhores classificados foram: Thiago dos Reis Santos (3A), Marcelo Richard Filho (3A), Letícia Nayara Xavier (1A), Ana Rúbia Cunha Papi (1A) e Ayslan Natanael de Oliveira Alves (1A).


Neide Garibé Ferreira.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Entrevista com Luiz Mauro

1.Senhor Luiz Mauro a que ponto a crise financeira afetou o município de Abaeté?

Na atividade agropecuária o maior impacto foi devido a que
o preço do leite que teve uma redução de aproximadamente 20% no preço médio pago ao produtor. Sendo o leite o principal produto da nossa região todo o comercio e a economia da nossa cidade foi afetada. Uma vez que devido ao cenário econômico anterior no qual se tinha uma projeção de aumento nos preços do leite vários produtores fizeram grades investimentos para aumento de produção e muitos deles foram feitos com investimento alocados através de financiamentos em bancos diante da atual situação vários produtos de financiamentos em bancos diante da atual situação vários produtores estão tendo dificuldades para honrar seus compromissos.

2.O Numero de empréstimos aumentou ou diminuiu com a crise financeira? Por quê?

O numero de empréstimos tem aumentado nos últimos anos não podendo ser relacionado ao fator econômico “crise”, esse crescimento tem ocorrido devido às linhas de credito que o governo federal tem disponibilizado aos produtores rurais principalmente aos produtores que tem seu regime econômico baseado na agricultura familiar. Pois são programas que oferecem créditos com juros baixos e com longo prazo de pagamento.


3.Na sua opinião financiar a produção, seja ela agrícola ou pecuária, em momento de crise é um bom negócio?

Todo investimento tem que ser muito bem analisado antes que se faca qualquer tipo de financiamento. Após analise de mercado bem feita, às vezes o financiamento seja um bom negócio, pois existem linhas de credito que podem ser usados em vários momentos da produção, dando ao produtor flexibilidade de estar negociando sua produção no melhor momento.

4.Como a crise afetou o meio rural?

Como no meio urbano o efeito da crise trouxe vários prejuízos, o maior deles em minha opinião é o desemprego. E outro efeito que me preocupa é que alguns produtores param de fazer investimentos e com isso os fatores se agravam ainda mais.

5.O Que os fazendeiros falam sobre a crise?

Para os produtores rurais a crise é mais um momento de dificuldades no qual temos que nos tornar mais eficientes e competitivos para ficar no mercado, pois vivemos em uma economia capitalista na qual não podemos ficar parados no tempo e nem diante das dificuldades e obstáculos do dia a dia, pois nossos concorrentes estão cada vez mais eficientes com crise ou cem crise.

6.Para o senhor o que as lideranças públicas podem fazer para reduzir os efeitos da crise?

Em minha opinião as lideranças que ter uma preocupação de tornar nosso país cada vez mais forte economicamente e mais produtivo para que possamos sempre contar com uma balança comercial mais forte sendo assim estaríamos, mais seguros em relação a essa crise.

7.O Que o sindicato pode fazer para minimizar a crise no campo?

Estamos trabalhando diariamente com os produtores mostrando a eles através de palestras e eventos educativos e de reciclagem que temos que ser cada dia maios profissionais e participando de reuniões e debates a nível estadual e nacional para mostrarmos nossos interesses e nossas necessidades.

8.Com a balsa de valores (Bovespa) sempre em alta a economia volta a ser estimulada?

Acho que sim, eu sempre digo que crise é feita por especulação de quem tem capital e para de fazer investimentos por imaginar que não terá retorno daí começa a recessão, ou seja, o dinheiro deixa de girar. Apartir do momento no qual as bolsas de valores começam a figurar outras perspectivas os investidores passam a girar seu capital.

9.No momento investimento na criação de gado é propicio?

No atual momento, quem investe na pecuária não esta tendo um bom retorno comparado com o ano passado, pois os cursos de produção subiram e não ocorreu o mesmo com o preço na ora da venda de animais e de produtos como o leite.

10.O Senhor concorda com o que o presidente lula quando ele diz que “A Crise chegara ao Brasil como uma marolinha”?

De maneira alguma. Toda recessão financeira tem que ser tratada como um problema pode ser ele menor escala ou em grande escala, mas sabemos que os efeitos da crise podem ser grandes, mas não podemos desconsiderá-los como ele fez.

11.O Senhor acha que o presidente Lula tem feito algo de concreto para minimizar as conseqüências da crise?

Não consegui ver nenhuma ação efetiva do presidente no que se trata eficaz para minimizar os efeitos da crise ele esta fazendo na verdade é muita política em cima do assunto.

12.Se o senhor fosse o presidente que medidas tomaria para acabar com a crise?

Acho que não existe formula mágica e sim uma seqüência de ações econômicas e governamentais que poderia deixar o país mais forte e competitivo como é o caso da China que vem tendo um crescimento muito grande em relação aos outros países.

13.Na sua opinião por que a crise afetou mais os Estados Unidos provocando a falência de vários bancos,e no Brasil chegou menos potente?

No ano passado em agosto participei de um seminário e em uma das palavras o ex-ministro Luis Rosenberg mostrou dados econômicos que apontavam o Brasil em uma situação mais confortável economicamente que os EUA. Diane destes dados pôde confirmar que os bancos americanos estavam fazendo um credito que não existia no dia que foi retomada deste credito veio à falência dos bancos o que não ocorria no Brasil.

14.O salário dos trabalhadores rurais sofre ameaça com essa crise? Isso interfere na produção?


Diante das altas que o salário mínimo vem tendo o custo de mão de obra é dos centros de custo que pesa muito na agropecuária e o que ocorre de ameaça aos trabalhadores é o risco de desemprego.

15.De que forma a crise interfere em seus investimentos produtivos?

De certa maneira eu fico um pouco mais receoso em fazer investimentos pesada como ampliações no numero de animais que trabalho normalmente, mas eu sempre digo que no momento de crise temos que ter uma única atitude como regra pegar a palavra crise e chutar o s e formar a palavra crie temos sim que criar novas idéias e novos métodos de produção para que possamos separar essa recessão.

16.Essa crise afeta em maior quantidade o empregador ou o empregado? De que maneira?

Acho que ambas ficam afetadas, principalmente o empregador que na maioria das vezes tem que se desfazer de patrimônio já consolidado para poder segurar sua fazenda e seus empregados.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Crise Financeira Internacional

A crise financeira internacional revela-se cotidianamente em nosso meio através dos diversos veículos de comunicação existentes, como, principalmente, os noticiários, os quais apresentam manchetes cada vez mais intimadoras.

Mas qual será a causa dessa crise? A falta de liquidez no mercado é a resposta mais viável.

Todavia, essa crise tem uma série de conseqüências como desemprego, dívidas de todas as espécies e setores, retenção de créditos, entre vários outros problemas que atingem, direta e indiretamente, todo o contingente populacional mundial.

Isso tem provocado preocupações governamentais, mas também populacionais. Os governos procuram intervir na economia tentando, pelo menos amenizar essa situação. E a população? Vem fazendo alguma coisa? Acredito que sim, porém, mas explicitamente, em âmbito regional.

Agora, cabe a nós ficarmos cientes desse assunto e lutar pela sua solução.

Entrevista


Para melhor entendimento, nós alunos do 1º B fizemos uma entrevista com Waldemir Mendes Morato de Andrade (Cicí), proprietário da Sertaneja.

  1. Na sua opinião, quais as conseqüências da crise econômica internacional para a nossa região?

De uma maneira geral, as conseqüências da crise se refletem em todos os setores produtivos da nossa região, principalmente na questão da exportação e mão- de -obra; pois o nosso município se destaca no escoamento de matérias-primas (como leite, carnes bovinas e suínas), e se as indústrias não comprarem esses produtos, a empresa terá que reduzir seus investimentos ocasionando a diminuição da mão-de-obra o que afeta diretamente a sociedade”.

  1. Já que a crise é internacional, ela afeta de forma direta ou indireta a sua empresa? Cite um exemplo.

Direta. Pois com a crise as pessoas procuram reduzir seus gastos, especificamente na área do lazer, e as empresas diminuem a exportação decargas que afeta principalmente o setor de transporte”.


  1. Essa crise afeta em maior quantidade o empregador ou o empregado? De que maneira?

Ambos. Pois com a queda de produção a empresa visa reduzir custos, o que se reflete na demissão dos empregados, já que por lei, seus salários não podem ser reduzidos. Com isso, há diminuição dos lucros que interfere no capital do empregador”.

  1. Na sua opinião, os países emergentes são mais atingidos?

Sim. Pois como eles possuem poucos recursos (inclusive capital) são obrigados a recorrer aos países desenvolvidos, devido à sua dependência. E como estes estão em crise, a tendência dos países emergentes é piorar sua situação”.


  1. De que forma a crise interfere em seus investimentos produtivos?

Com a crise a empresa tem menos lucros e consequentemente menos capital para investir em sua produção”.


  1. Para você, a quem cabe a responsabilidade da crise?

Muitos empresários culpam os norte-americanos, porém a todos nos cabe uma parcela de culpa”.


  1. A seu ver, qual a causa da crise?

A crise começou com o endividamento de financiamentos imobiliários e com a acumulação de produtos industrializados que deveriam ser consumidos pela população”.


  1. Todos os países estão sendo atingidos pela crise. As conseqüências desta são diferentes nos países pobres e ricos? Por quê?

Sim. Pois os países ricos possuem mais capital para amenizar as conseqüências da crise, enquanto os pobres não dispõem de tal benefício”.


  1. Na sua opinião, qual seria a melhor atitude a ser tomada pelo governo para tentar resolver e amenizar as conseqüências dessa crise?

Investir no setor industrial, em seu maquinário, diminuição de impostos,aumento de produção e recontratação de empregados”.

  1. E a população, o que deve fazer para minimizar os efeitos da crise?

Diminuição de gastos e planejamentos antes de se fazer empréstimos”.

  1. A seu ver, o fim desse problema internacional está próximo ou distante? Por quê?

Distante. Pois devido a amplitude desse problema sua resolução não seria em tão pouco tempo”.

Componentes: Ana Letícia, Dalvan, Jéssica Macedo, Mirele, Nayara e Payla.



Alunas do 1° B e o empresário "Cici da Sertaneja"




Alunas do 1° B entrevistando o empresário "Cici da Sertaneja"


terça-feira, 26 de maio de 2009

Lançamento do foguete da III OBFOG

Vídeo do lançamento do foguete. Distância alcançada: 34,60 m

Espaço de leitura - Biblioteca "Machado de Assis"

Você quer sugestão para uma boa leitura?
Veja a opinião de nossos alunos sobre algumas obras e procure-as na biblioteca "Machado de Assis".

Nesta obra, o escritor Victor Hugo nos conta uma bonita história de um ex-condenado que passa por sérias dificuldades.
Num mundo difícil, ainda existem pessoas boas e honestas que ajudarão o personagem Jean Valjean.
Quem será Fantini? Que participação ela tem na história? O que ela e a filha representam na vida de Jean?
É emocionante!
Descubra lendo o livro.
Igor Vinícius - 8ºA





Este livro conta o drama de uma jovem, Valéria, que contraiu o vírus do HIV com seu primeiro namorado. Eles tiveram, além da doença, um relacionamento difícil e violento porque o namorado a espancava.
Durante muito tempo, Valéria escondeu tudo isso de amigos e parentes, mas um dia a avó viu ela ser espancada pelo namorado.
Quer saber o que aconteceu? Leia o livro: Depois daquela viagem. Você vai gostar!
Luíza Inêz Rodrigues - 8ºB.






Esta história acontece no Afeganistão e é rica em informações sobre esse povo. Amir e Hassan são os principais personagens e viverão um drama emocionante. Há também um grande mistério que envolve a vida desses dois amigos. Você verá a coragem de Amir para enfrentar Assef, um frio assassino. Idéias e costumes diferentes dos nossos, envolvem essa história humana e corajosa. Quem será o vencedor? Qual o grande mistério? Lendo o livro você encontrará as respostas.
Júlio César Giareta - PAV 2 A








Participação na III OBFOG

Com um pouquinho de motivação e uma boa quantidade de entusiasmo e dedicação, os alunos do Ensino Médio da E. E. "Dr Edgardo da Cunha Pereira" participaam da III OBFOG (Olimpíada Brasileira de Foguetes). Acompanhe o processo e veja o resultado.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Texto II - Novas práticas de leitura e escrita: Letramento na Cibercultura
Respondendo a questão número 3.1
  • A diferenciação entre alfaabetização (individual) e letramento (social).
  • Letramento: estado ou condição de letrado e/ou estado ou condição de inserção em uma sociedade letrada?
  • Diferentes tecnologias de leitura e escrita (tipográfica e digital) implicam mudanças na natureza do letramento.
  • Cada tecnologia de leitura e escrita pressupõe alfabetização e posterior inserção no letramento, conduzindo à ideia de letramentos: tipográfico e digital, tratados de forma histórica ou contemporânea.
  • Controle de qualidade na cultura impressa e no hipertexto - a ética no tratamento da informação.
Respondendo a questão 3.2
Constatei a necessidade de alfabetização e letramento digital para os envolvidos no GDP (especialistas, professores e alunos) e trabalhar a ética no tratamento da informação 9produção de textos) visando veracidade e qualidade.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sejam bem vindos!

Este espaço deve ser utilizado para troca de conhecimentos sobre aperfeiçoamento profissional.