sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Entrevista para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com uma Professora Aposentada.

Dona Maria Eustáquia Faria de Andrade iniciou sua careira no Magistério em 1974. Em 1980 terminou o curso de “Magistério”. Voltou a exercer a profissão nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Fez licenciatura Curta em Letras na FASF-Luz/MG, Licenciatura Plena na faculdade de Formiga/MG e Pós-Graduação em Batatais/SP. Confessa que a luta foi árdua, que precisou de muita garra, coragem e fé para sanar as dificuldades e conciliar trabalho, estudo e família. Dona Eustáquia aposentou no início desse ano. Conheça mais sobre “Guerreira” lendo a entrevista que nós (Ângelo, Weslei, Rafael e Thiago-1ºA) fizemos com ela.




1) A senhora trabalhou como professora quanto tempo?Hoje, aposentada, que balanço a senhora faz da sua experiência profissional?
Trabalhei trinta e três anos. Tenho orgulho do que fiz.Esta experiência profissional, cultural e espiritual me trouxe muitas alegrias. Hoje me sinto em paz e com a sensação de missão cumprida. Uma coisa que ninguém pode me tirar.

2) Qual a importância da educação para a sociedade?
A educação sempre foi importante para a sociedade. Mas hoje, o desenvolvimento da educação tornou-se prioridade, pois para fazer frente ao grande avanço tecnológico é necessário preparar os jovens para que sejam capazes de tornarem-se cidadãos conscientes e trabalhadores.

3) A senhora observou alguma diferença de comportamento e de interesse entre os seus alunos do início da sua carreira e os mais recentes?
No inicio de minha carreira, os alunos tinham mais respeito, amor e demonstravam grande interesse em aprender.Hoje com as alternativas tecnológicas que se mostram mais interessantes, os alunos são mais desinteressados, alem de não conhecerem limites.
Isso torna-se preocupante, pois com essa tecnologia avançada, eles dependem muito mais do estudo.

4) A senhora acha que a tecnologia ajuda ou atrapalha na educação escolar?
Não concordo que atrapalha o estudo. Hoje com os meios de comunicação avançados, o aluno tem que ser responsável maduro e interessado nos estudos. A tecnologia é grande aliada da educação. Cabe aos professores e alunos aprender a utilizá-la, pois nem tudo que está na mídia é verdade.

5) O que a senhora tem a dizer quanto aos pais sobre a educação escolar de sues filhos?
Tenho dó dos pais desta época. Educar é uma tarefa muito difícil. Eles precisam conscientizar em de que os filhos precisam de limites, para saber respeitar às pessoas principalmente, os professores e cumprir os seus deveres.A primeira lição de catecismo inicia-se no ambiente familiar e se completa na escola. Essa primeira lição diz respeito a ética e a moral. Esses dois valores nuca irão cair de moda e sempre existiram.

6) Se a senhora tivesse a chance de recomeçar sua vida profissional,a senhora faria tudo de novo?Por quê?
Faria tudo de novo, pois escolhi essa profissão por vocação.

7) Como a senhora se sente após tantos anos parar de trabalhar?
Foi uma das fases mais bonitas da minha vida. Eu me sinto maravilhosamente bem. Aquela sensação de missão cumprida. Sempre procurei o melhor para os meus alunos.E como sou uma pessoa dinâmica, determinada, corajosa, estou na luta, procurando sempre ajudar o meu próximo. Recomeça sempre...

8) Que mensagem a senhora deixaria para seus ex-alunos?E para os professores?
Aos alunos que deus ilumine seus passos e seu caminho. Que seus sonhos se realizem. Lutem, acreditem no futuro e na vida que Deus lhes reservou. Que deus abençoe os professores e lhes dê muita coragem para enfrentar as dificuldades do dia-a-dia. E que no coração de vocês permaneça sempre esta palavra representada por três letrinhas: “PAZ”. Pois através da paz que conseguiremos um coração cheio de alegria e amor.

Entrevistas para o 3º exemplar do "Notícias da Hora"

Entrevista com a diretora da E.E. “Dr. Edgardo da Cunha Pereira”

Maria Aparecida Pereira da Silva desde criança brincava de escolinha e sonhava ser professora . O tempo passou e o sonho realizou. Fez o curso de magistério e começou a trabalhar na Escola Municipal “Irmã Maria de Lourdes” e na CNEC. Trabalhou também na Escola Municipal “Senador Souza Viana”, sendo mais tarde transferida para a E. E. “Dr. Edgardo da Cunha Pereira”, onde tem dois cargos. Sempre trabalhou na área das Ciências Físicas e Biológicas, como professora de física, química, ciências e matemática. Desde 2004 é a diretora da nossa escola.
Jéssica, Thais, Iasmin, Karla, Ilda Gabriela e a diretora Aparecida Pereira.


01- Com tanta experiência como educadora o que a profissão lhe ensinou?
Esta profissão é muito gratificante, pois estamos sempre ensinando e aprendendo, mesmo depois de trinta anos de experiência entendo que temos muito que aprender.

02- Considerando sua experiência como profissional da educação, a senhora acha que a evolução tecnológica contribui para melhorar o desempenho dos alunos na sala de aula?Por quê?
A evolução tecnológica com certeza contribui para melhorar o desempenho dos alunos na sala de aula. Porém a escola ainda não adota metodologias voltadas para o uso das tecnologias disponíveis. È preciso a evolução dos profissionais da educação também. Mudança de metodologias.

03- Na sua opinião, qual a importância da educação escolar na vida das pessoas?
A educação escolar é importante em todos os sentidos. A educação é a maior herança que qualquer pai pode deixar para seus filhos. Uma pessoa sem estudo acaba perdendo grandes oportunidades de crescerem profissionalmente e de conseguir um bom emprego.

04- Nossos colegas foram selecionados e convidados a participar da etapa da OBFOG em Mendes – RJ. O que isso significa para a escola? E para os alunos?
Para a escola a participação dos alunos na OBFOG significa que podemos ir além dos muros da escola. Quanto aos alunos o mais importante, acredito que foi a experiência adquirida, o contato com as pessoas de outros estados, com outra visão, e com certeza muitos medos foram eliminados.

05- Comparando a educação escolar no seu tempo de estudante e a de hoje, a que conclusão a senhora chega?
Com certeza no meu tempo era muito diferente. Primeiro por que os alunos não tinham tantas oportunidades como hoje. Avaliava-se somente através de provas. Se no final do ano faltasse um décimo, o aluno fazia a segunda época (tipo recuperação) se não conseguisse era reprovado pois não existia Progressão Parcial. Na verdade, o estudo era levado a sério e estudava-se muito. Respeitávamos os professores. Não existia xérox, tudo era copiado mesmo, inclusive as provas. Hoje sentimos que a maioria dos estudantes não valoriza os estudos, não querem ter responsabilidades, não têm disciplina, respeito pelos professores e isso tem prejudicado o desempenho dos alunos e desestimulado os professores.

06- Muitas reformas foram feitas na escola, melhorando sua estrutura física. A senhora acha que precisa mais alguma mudança?
Realmente, quando comecei na direção não tínhamos espaço para uma reunião, assembléia. Hoje a escola está muito bem, mas já enviei mais três planilhas para a SEE solicitando o reboco, pintura dos muros e pintura geral da escola, uma despensa e banheiros próximos a cantina. Porém uma coisa é certa, não é escola bonita que faz melhorar os resultados.

07- Como diretora, o que a senhora tem a dizer sobre a participação dos pais na vida escolar dos filhos?
A participação dos pais é muito pequena. Um dos nossos desafios é justamente conseguir uma maior participação dos pais na vida escolar dos filhos.

08- O que a senhora gosta mais: ser professora ou ser diretora?
Trabalhei em sala de aula, do primário ao ensino médio, durante vinte e seis anos e estou a cinco anos na direção. Hoje tenho certeza que ser professora é muito mais gratificante.

09- Deixe uma mensagem para os professores e alunos desta escola.
Alunos estudem, estudem, estudem. Não percam tempo e nem as oportunidades. Professores nunca percam o entusiasmo.




Participantes: Iasmin, Ilda Gabriela, Jéssica, Karla e Thaís (1°A)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O suporte revista - comentário

O material diferencia jornais e revistas de acordo com a finalidade, "informar e formar opinião" e "entretenimento e educação" respectivamente, mas justifica a aproximação entre os dois alegando que as "notícias de impacto podem ser acessada em tempo real", abrindo espaço nos jornais para cadernos de entretenimento e educação. Esta destinação é detectada também no formato, periodicidade, qualidade do papel e do projeto gráfico.
As revistas tendem a se especializar por gênero, faixa-etária e temas, buscando maior aproximação com os leitores. A capa é a vitrine da revista. As revistas apresentam estilos e temas diversificados e tem em comum; capa, expediente,sumário e editorial, às vezes apresentados de forma diferenciada.
O texto mostra de forma clara e agradável a estrutura, os elementos que juntos compõem a revista, alertando que o enfoquedado pode induzir o leitor a interpretação diferenciada,, comprometendo a veracidade da informação.
Os gêneros textuais utilizados giram em torno de editoriais, notas e notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e resenhas, sendo identificados conforme características próprias de redação.
O texto termina informando como referenciar revistas e matérias de revistas de acordo com as normas da ABNT.

O Suporte revista - comentário

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Em Tempo...

Este ano, nossos alunos participaram, pela primeira vez, da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica). Organizamos a divulgação do evento e ficamos surpresos com o interesse dos alunos em participarem, considerando que essa participação era voluntária. Durante alguns dias, a biblioteca ficou muito movimentada: eram alunos em busca da bibliografia e formando grupos de estudo, se preparando para a OBA. Paralelo à OBA, aconteceu também a OBFOG (Olimpíada Brasileira de Foguetes) que também despertou interesse de nossos alunos. Participamos também da OBFOG. A OBA aconteceu no dia 15 de maio e a OBFOG na semana seguinte. A OBA foi avaliação escrita, com questões abertas. A OBFOG foi aplicação prática de conhecimentos: os alunos deveriam construir e lançar um foguete, usando como cmbustível reação química. A OBA e a OBFOG foram coordenadas na nossa escola pela Diretora Maria aparecida Pereira da Silva e pela professora representante Neide Garibé Ferreira. Colaboraram para a realização das olimpíadas os professores: Ivone, Jucibel Luciana, Maria da Cruz, Sonia, Sandra Melo, Raquel e outros - aplicaram provas, fizeram correção, acompanharam o lançamento de foguete.Participaram das olimpíadas 65 alunos do Ensino Fundamental e 115 do Ensino Médio. No Ensino Fundamental, os melhores classificados foram: Michel Felipe da Silva Pires (8A), Jerônimo de Oliveira Júnior(8A), Débora Nayara Alves Correia (9A), Nayara Anada Afonso de Sousa Carvalho (9A) e Sabrina Araújo da Cruz (7A).No Ensino Médio, os melhores classificados foram: Thiago dos Reis Santos (3A), Marcelo Richard Filho (3A), Letícia Nayara Xavier (1A), Ana Rúbia Cunha Papi (1A) e Ayslan Natanael de Oliveira Alves (1A).


Neide Garibé Ferreira.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Entrevista com Luiz Mauro

1.Senhor Luiz Mauro a que ponto a crise financeira afetou o município de Abaeté?

Na atividade agropecuária o maior impacto foi devido a que
o preço do leite que teve uma redução de aproximadamente 20% no preço médio pago ao produtor. Sendo o leite o principal produto da nossa região todo o comercio e a economia da nossa cidade foi afetada. Uma vez que devido ao cenário econômico anterior no qual se tinha uma projeção de aumento nos preços do leite vários produtores fizeram grades investimentos para aumento de produção e muitos deles foram feitos com investimento alocados através de financiamentos em bancos diante da atual situação vários produtos de financiamentos em bancos diante da atual situação vários produtores estão tendo dificuldades para honrar seus compromissos.

2.O Numero de empréstimos aumentou ou diminuiu com a crise financeira? Por quê?

O numero de empréstimos tem aumentado nos últimos anos não podendo ser relacionado ao fator econômico “crise”, esse crescimento tem ocorrido devido às linhas de credito que o governo federal tem disponibilizado aos produtores rurais principalmente aos produtores que tem seu regime econômico baseado na agricultura familiar. Pois são programas que oferecem créditos com juros baixos e com longo prazo de pagamento.


3.Na sua opinião financiar a produção, seja ela agrícola ou pecuária, em momento de crise é um bom negócio?

Todo investimento tem que ser muito bem analisado antes que se faca qualquer tipo de financiamento. Após analise de mercado bem feita, às vezes o financiamento seja um bom negócio, pois existem linhas de credito que podem ser usados em vários momentos da produção, dando ao produtor flexibilidade de estar negociando sua produção no melhor momento.

4.Como a crise afetou o meio rural?

Como no meio urbano o efeito da crise trouxe vários prejuízos, o maior deles em minha opinião é o desemprego. E outro efeito que me preocupa é que alguns produtores param de fazer investimentos e com isso os fatores se agravam ainda mais.

5.O Que os fazendeiros falam sobre a crise?

Para os produtores rurais a crise é mais um momento de dificuldades no qual temos que nos tornar mais eficientes e competitivos para ficar no mercado, pois vivemos em uma economia capitalista na qual não podemos ficar parados no tempo e nem diante das dificuldades e obstáculos do dia a dia, pois nossos concorrentes estão cada vez mais eficientes com crise ou cem crise.

6.Para o senhor o que as lideranças públicas podem fazer para reduzir os efeitos da crise?

Em minha opinião as lideranças que ter uma preocupação de tornar nosso país cada vez mais forte economicamente e mais produtivo para que possamos sempre contar com uma balança comercial mais forte sendo assim estaríamos, mais seguros em relação a essa crise.

7.O Que o sindicato pode fazer para minimizar a crise no campo?

Estamos trabalhando diariamente com os produtores mostrando a eles através de palestras e eventos educativos e de reciclagem que temos que ser cada dia maios profissionais e participando de reuniões e debates a nível estadual e nacional para mostrarmos nossos interesses e nossas necessidades.

8.Com a balsa de valores (Bovespa) sempre em alta a economia volta a ser estimulada?

Acho que sim, eu sempre digo que crise é feita por especulação de quem tem capital e para de fazer investimentos por imaginar que não terá retorno daí começa a recessão, ou seja, o dinheiro deixa de girar. Apartir do momento no qual as bolsas de valores começam a figurar outras perspectivas os investidores passam a girar seu capital.

9.No momento investimento na criação de gado é propicio?

No atual momento, quem investe na pecuária não esta tendo um bom retorno comparado com o ano passado, pois os cursos de produção subiram e não ocorreu o mesmo com o preço na ora da venda de animais e de produtos como o leite.

10.O Senhor concorda com o que o presidente lula quando ele diz que “A Crise chegara ao Brasil como uma marolinha”?

De maneira alguma. Toda recessão financeira tem que ser tratada como um problema pode ser ele menor escala ou em grande escala, mas sabemos que os efeitos da crise podem ser grandes, mas não podemos desconsiderá-los como ele fez.

11.O Senhor acha que o presidente Lula tem feito algo de concreto para minimizar as conseqüências da crise?

Não consegui ver nenhuma ação efetiva do presidente no que se trata eficaz para minimizar os efeitos da crise ele esta fazendo na verdade é muita política em cima do assunto.

12.Se o senhor fosse o presidente que medidas tomaria para acabar com a crise?

Acho que não existe formula mágica e sim uma seqüência de ações econômicas e governamentais que poderia deixar o país mais forte e competitivo como é o caso da China que vem tendo um crescimento muito grande em relação aos outros países.

13.Na sua opinião por que a crise afetou mais os Estados Unidos provocando a falência de vários bancos,e no Brasil chegou menos potente?

No ano passado em agosto participei de um seminário e em uma das palavras o ex-ministro Luis Rosenberg mostrou dados econômicos que apontavam o Brasil em uma situação mais confortável economicamente que os EUA. Diane destes dados pôde confirmar que os bancos americanos estavam fazendo um credito que não existia no dia que foi retomada deste credito veio à falência dos bancos o que não ocorria no Brasil.

14.O salário dos trabalhadores rurais sofre ameaça com essa crise? Isso interfere na produção?


Diante das altas que o salário mínimo vem tendo o custo de mão de obra é dos centros de custo que pesa muito na agropecuária e o que ocorre de ameaça aos trabalhadores é o risco de desemprego.

15.De que forma a crise interfere em seus investimentos produtivos?

De certa maneira eu fico um pouco mais receoso em fazer investimentos pesada como ampliações no numero de animais que trabalho normalmente, mas eu sempre digo que no momento de crise temos que ter uma única atitude como regra pegar a palavra crise e chutar o s e formar a palavra crie temos sim que criar novas idéias e novos métodos de produção para que possamos separar essa recessão.

16.Essa crise afeta em maior quantidade o empregador ou o empregado? De que maneira?

Acho que ambas ficam afetadas, principalmente o empregador que na maioria das vezes tem que se desfazer de patrimônio já consolidado para poder segurar sua fazenda e seus empregados.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Crise Financeira Internacional

A crise financeira internacional revela-se cotidianamente em nosso meio através dos diversos veículos de comunicação existentes, como, principalmente, os noticiários, os quais apresentam manchetes cada vez mais intimadoras.

Mas qual será a causa dessa crise? A falta de liquidez no mercado é a resposta mais viável.

Todavia, essa crise tem uma série de conseqüências como desemprego, dívidas de todas as espécies e setores, retenção de créditos, entre vários outros problemas que atingem, direta e indiretamente, todo o contingente populacional mundial.

Isso tem provocado preocupações governamentais, mas também populacionais. Os governos procuram intervir na economia tentando, pelo menos amenizar essa situação. E a população? Vem fazendo alguma coisa? Acredito que sim, porém, mas explicitamente, em âmbito regional.

Agora, cabe a nós ficarmos cientes desse assunto e lutar pela sua solução.

Entrevista


Para melhor entendimento, nós alunos do 1º B fizemos uma entrevista com Waldemir Mendes Morato de Andrade (Cicí), proprietário da Sertaneja.

  1. Na sua opinião, quais as conseqüências da crise econômica internacional para a nossa região?

De uma maneira geral, as conseqüências da crise se refletem em todos os setores produtivos da nossa região, principalmente na questão da exportação e mão- de -obra; pois o nosso município se destaca no escoamento de matérias-primas (como leite, carnes bovinas e suínas), e se as indústrias não comprarem esses produtos, a empresa terá que reduzir seus investimentos ocasionando a diminuição da mão-de-obra o que afeta diretamente a sociedade”.

  1. Já que a crise é internacional, ela afeta de forma direta ou indireta a sua empresa? Cite um exemplo.

Direta. Pois com a crise as pessoas procuram reduzir seus gastos, especificamente na área do lazer, e as empresas diminuem a exportação decargas que afeta principalmente o setor de transporte”.


  1. Essa crise afeta em maior quantidade o empregador ou o empregado? De que maneira?

Ambos. Pois com a queda de produção a empresa visa reduzir custos, o que se reflete na demissão dos empregados, já que por lei, seus salários não podem ser reduzidos. Com isso, há diminuição dos lucros que interfere no capital do empregador”.

  1. Na sua opinião, os países emergentes são mais atingidos?

Sim. Pois como eles possuem poucos recursos (inclusive capital) são obrigados a recorrer aos países desenvolvidos, devido à sua dependência. E como estes estão em crise, a tendência dos países emergentes é piorar sua situação”.


  1. De que forma a crise interfere em seus investimentos produtivos?

Com a crise a empresa tem menos lucros e consequentemente menos capital para investir em sua produção”.


  1. Para você, a quem cabe a responsabilidade da crise?

Muitos empresários culpam os norte-americanos, porém a todos nos cabe uma parcela de culpa”.


  1. A seu ver, qual a causa da crise?

A crise começou com o endividamento de financiamentos imobiliários e com a acumulação de produtos industrializados que deveriam ser consumidos pela população”.


  1. Todos os países estão sendo atingidos pela crise. As conseqüências desta são diferentes nos países pobres e ricos? Por quê?

Sim. Pois os países ricos possuem mais capital para amenizar as conseqüências da crise, enquanto os pobres não dispõem de tal benefício”.


  1. Na sua opinião, qual seria a melhor atitude a ser tomada pelo governo para tentar resolver e amenizar as conseqüências dessa crise?

Investir no setor industrial, em seu maquinário, diminuição de impostos,aumento de produção e recontratação de empregados”.

  1. E a população, o que deve fazer para minimizar os efeitos da crise?

Diminuição de gastos e planejamentos antes de se fazer empréstimos”.

  1. A seu ver, o fim desse problema internacional está próximo ou distante? Por quê?

Distante. Pois devido a amplitude desse problema sua resolução não seria em tão pouco tempo”.

Componentes: Ana Letícia, Dalvan, Jéssica Macedo, Mirele, Nayara e Payla.



Alunas do 1° B e o empresário "Cici da Sertaneja"




Alunas do 1° B entrevistando o empresário "Cici da Sertaneja"